domingo, 15 de agosto de 2010

Flores que falharam



















Esperança é a brisa suave que me contradiz. Pois mesmo de olhos fechados, sinto e vejo a hipocrisia que me rodeia. Na mente inerte, recordações de um sábado outrora revés (...)

Noites em que detalhes me espreitavam a madrugada, ruas desertas, flores secas nas mãos.
Uma hora ou outra me deparava com olhares de sentença, olhares daqueles que contemplavam o semblante de um espectro derrotado. Enfim, era uma noite como outra qualquer, e haverão outras mais.
Mas da próxima vez, não rejeite minhas flores. Não deixe que elas terminem como fora minha noite... Seca e morta.

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